Bairro a bairro
Onde Ficar em Yogyakarta
Central e acessível a pé, tranquilo e arborizado, ou perto do aeroporto para um voo ao amanhecer — a base certa depende mais dos seus dias do que do seu orçamento.
Check dates and availability ↗Como pensar numa base aqui
Os pontos turísticos de Yogyakarta distribuem-se em três direções e nenhum dos mais famosos fica ao lado de uma zona hoteleira, pelo que a localização do seu alojamento importa menos pela proximidade às atrações do que pela atmosfera dos seus momentos de descanso e pela facilidade em sair todas as manhãs. Quase toda a cidade está a uma curta viagem de aplicação de transporte de qualquer outro ponto, o que lhe dá liberdade para escolher pelo caráter: prefere sair à porta e estar no meio de tudo, ou refugiar-se num sítio tranquilo no final de um longo dia de templos e vulcões? Os bairros abaixo cobrem as opções realistas, desde o centro movimentado às frescas colinas do norte, com uma nota sobre a quem cada um se adequa.
Malioboro e Tugu — no coração da ação
Ficar em Malioboro ou mesmo ao lado coloca-o na zona mais movimentada e conveniente da cidade. Fica a poucos passos da rua comercial, a uma curta caminhada do Kraton e de Taman Sari e — importante — mesmo ao lado da estação central de comboios de Tugu, o que torna a chegada e a partida de comboio totalmente descomplicadas e os transfers do aeroporto mais simples. Os becos atrás de Malioboro, como a zona de Sosrowijayan, há muito que concentram uma mistura densa de guesthouses e pequenos hotéis para todos os orçamentos. A contrapartida é o ruído e a azáfama: este é o centro vibrante e barulhento, não um lugar para quem procura sossego. Escolha-o se valoriza a proximidade a pé e as ligações de transporte acima da tranquilidade, e se uma primeira noite entre carrinhos de angkringan e a vida de rua lhe soa exatamente ao que procura.
Prawirotaman — o bairro dos viajantes
Um pouco a sul do Kraton, Prawirotaman é o bairro há muito estabelecido na cidade para viajantes independentes, e amadureceu para algo mais refinado do que mochileiro. As suas duas ruas principais estão repletas de cafés, guesthouses boutique, spas, lojas de batik e pequenos operadores que organizam motoristas e passeios de um dia, o que o torna um lugar fácil para planear o resto da viagem ao pequeno-almoço. É mais calmo do que Malioboro, mas continua a ser caminhável e sociável, com uma boa densidade de sítios para comer a poucos minutos de onde quer que esteja. Escolha-o se quiser uma base relaxada, cheia de cafés, com logística de passeios à porta, e não se importar com uma curta viagem de carrinha de aplicação para chegar ao palácio ou à estação de comboios.
À volta do Kraton e do Taman Sari — vida na cidade velha
Para a experiência mais local, instale-se na cidade velha à volta do Kraton e do Taman Sari, em zonas como Kauman. Aqui fica no coração histórico, entre mesquitas de bairro, oficinas de batik e ruas residenciais tranquilas, a poucos minutos a pé do palácio e dos jardins aquáticos. O alojamento tende para casas de família e pequenas guesthouses em vez de grandes hotéis, e as manhãs começam ao ritmo de um bairro trabalhador, não de uma zona turística. É atmosférico e central, sem a multidão de Malioboro. Escolha-o se quiser sentir-se integrado na cidade antiga e preferir o caráter de uma casa de família às comodidades de um hotel — e não se importar que as opções de jantar sejam mais dispersas e locais do que nos bairros de viajantes.
Kaliurang e as encostas norte — fresco e verde
A norte da cidade, o terreno sobe em direção ao Monte Merapi, e à volta da vila serrana de Kaliurang o ar torna-se visivelmente mais fresco e o ritmo mais lento. Este é território de retiro — resorts e guesthouses verdejantes, caminhadas na floresta, e o vulcão ali ao lado para passeios de jipe e vistas matinais. É uma base adorável para uma ou duas noites se quiser intercalar a cidade com algo repousante, e é a escolha óbvia se o vulcão estiver no topo da sua lista. O senão é a distância: fica a uma boa viagem de carro dos templos, das grutas a sul e da vida noturna da cidade, por isso funciona melhor como um interlúdio tranquilo e deliberado do que como base para uma viagem rápida e cheia de visitas.
A circular este e perto do aeroporto
Mais duas opções servem planos específicos. O lado este da cidade, à volta da circular e dos grandes centros comerciais perto dos bairros universitários, alberga muitos dos hotéis modernos de cadeia e de negócios — uma base confortável e bem servida que também fica ligeiramente mais perto do lado de Prambanan, embora mais longe da atmosfera da cidade velha. E se tiver um voo muito cedo ou uma chegada muito tarde, lembre-se de que o aeroporto internacional fica bem a oeste, em Kulon Progo, a mais de uma hora da cidade; uma noite num hotel na zona do aeroporto pode valer a pena apenas para evitar uma corrida antes do amanhecer pela região. Nenhuma é a primeira escolha para uma viagem curta de visitas, mas cada uma resolve um problema real.
A combinar o bairro com a sua viagem
Junte tudo por tipo de viagem. Numa primeira visita curta centrada na cidade e em um ou dois templos, fique em Malioboro ou perto, pela facilidade de caminhar e pela estação de comboios, ou em Prawirotaman para uma versão mais calma da mesma conveniência. Quer atmosfera em vez de comodidades? A cidade velha à volta do Kraton. A organizar a viagem à volta do vulcão, ou a desejar um par de noites tranquilas? Divida a estadia e acrescente uma noite em Kaliurang. A chegar tarde ou a partir cedo do aeroporto oeste? Considere uma noite por ali para emoldurar a viagem. Como a cidade é tão fácil de percorrer, pode até combinar duas bases ao longo de alguns dias — um começo central, depois um final tranquilo — sem perder muito tempo.